O apresentador Pedro Bial, atualmente com 68 anos, compartilhou que foi diagnosticado com enfisema pulmonar como consequência de anos de tabagismo. Em entrevista à revista GQ, ele comentou que conseguiu largar o cigarro após os 50 anos e expressou seu arrependimento pelo tempo em que foi fumante.
Recordando sua fase como fumante, Bial não escondeu os efeitos negativos que o vício teve em sua saúde, descrevendo-se como “um fumante bravo”. Ele também mencionou a condição do enfisema, que se tornou um símbolo dos anos em que consumiu cigarros. “Minha vida é repleta de arrependimentos. Sou um arrependimento ambulante”, afirmou.
Veja as fotos
Leia Também
“Amigas” retorna à Globo com Maiara e Maraisa, Simone Mendes e estreantes
Shakira volta à Justiça e pede que Piqué viaje a Miami pelos filhos
Isis Valverde revela que chorou de arrependimento por tatuagem feita aos 21 anos
h3>Mari Saad explica por que ainda não revelou nome e sexo do bebê com o ator Rômulo Arantes
</divide
article
div
. .
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
.
Após deixar o cigarro para trás, Bial passou a priorizar sua saúde. O ex-jogador profissional de basquete adotou uma rotina ativa, praticando caminhadas rápidas diárias de aproximadamente 30 minutos e realizando musculação duas a três vezes na semana sob supervisão de um personal trainer.
A nova atividade que o jornalista começou a explorar é o tai chi chuan, que entrou em sua rotina como uma maneira adicional de se manter ativo e enfrentar o envelhecimento.
Bial continua engajado em seus projetos profissionais e não tem planos para desacelerar. Além de apresentar o programa “Conversa com Bial”, que está no ar desde 2017, ele também se dedica a iniciativas no campo do cinema e documentários.
No bate-papo, ele refletiu sobre as transformações ao longo das décadas. Quando questionado se se sente mais satisfeito com quem é hoje comparado a quando tinha 28 ou 48 anos, respondeu prontamente: “Infinitamente mais”.
O apresentador também compartilhou suas aspirações para a velhice, afirmando seu compromisso em manter a autonomia e continuar ativo. “Estou trabalhando para alcançar uma velhice produtiva, longe da fragilidade”, enfatizou.

