Na noite de terça-feira (21/4), os advogados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) protocolaram um pedido ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), solicitando a autorização para a realização de uma nova cirurgia. A defesa argumenta que o procedimento se tornou necessário devido à deterioração da saúde do ex-presidente e à ineficácia dos tratamentos já tentados.
Os representantes legais informaram que desejam realizar a operação no ombro direito ainda nesta semana, sugerindo as datas de sexta-feira (24/4) ou sábado (25/4). Segundo a defesa, Bolsonaro está enfrentando dores persistentes e dificuldade de movimento, mesmo com o uso regular de medicamentos para alívio da dor.
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Laudos médicos anexados ao pedido revelam que o ex-presidente apresenta lesões significativas no manguito rotador e outros problemas na área afetada, levando os especialistas a recomendarem a realização da cirurgia. “Foi indicado formalmente um procedimento cirúrgico para reparar o manguito rotador do ombro direito e as lesões associadas, por meio de artroscopia”, detalhou a defesa. Este método é conhecido por ser minimamente invasivo e utiliza câmeras durante o procedimento.
No requerimento, os advogados enfatizam que a cirurgia não se trata apenas de uma questão de “conveniência pessoal”, mas sim uma “necessidade terapêutica concreta” embasada em avaliação técnica especializada. Eles afirmam que a continuidade dos problemas de saúde “afeta o direito fundamental à saúde e ao acesso ao tratamento adequado”.
O pedido também ressalta que “a realização do tratamento médico é essencial […], visando preservar não apenas a integridade física e funcionalidade do membro afetado, mas também garantir qualidade de vida e dignidade ao requerente”.
Recomendação médica para novo procedimento
Relatórios médicos apresentados no início deste mês já haviam sinalizado para a necessidade da nova intervenção cirúrgica. O fisioterapeuta Kleber Antônio Caiado de Freitas, responsável pelo acompanhamento da recuperação de Bolsonaro, afirmou que as dores persistiam antes mesmo da alta hospitalar obtida em 27 de março.
Durante uma avaliação ortopédica realizada na véspera da alta, exames complementares confirmaram a recomendação cirúrgica. Desde então, o ex-presidente apresenta quadro clínico caracterizado por intensa dor, limitação nos movimentos — sendo capaz de elevar o braço apenas até 90 graus — perda de força e assimetria postural com inferiorização do ombro direito em comparação ao esquerdo.
Situação da prisão domiciliar
Desde 27 de março, o ex-presidente está sob prisão domiciliar após sua saída do hospital. Essa decisão imposta por Alexandre de Moraes inclui diversas restrições válidas por um período inicial de 90 dias, como a proibição do uso de dispositivos móveis e visitas.
A medida foi justificada como uma forma de “evitar o risco de sepse e controlar possíveis infecções”. Atualmente, estão residindo com ele sua esposa Michelle, sua filha Laura e sua enteada Letícia Firmino.
Em setembro de 2025, Jair Bolsonaro foi condenado pela Primeira Turma do STF a cumprir uma pena total de 27 anos e três meses por supostamente liderar um esquema golpista visando permanecer no poder após as eleições realizadas em 2022.
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No requerimento, os advogados enfatizam que a cirurgia não se trata apenas de uma questão de “conveniência pessoal”, mas sim uma “necessidade terapêutica concreta” embasada em avaliação técnica especializada. Eles afirmam que a continuidade dos problemas de saúde “afeta o direito fundamental à saúde e ao acesso ao tratamento adequado”.
O pedido também ressalta que “a realização do tratamento médico é essencial […], visando preservar não apenas a integridade física e funcionalidade do membro afetado, mas também garantir qualidade de vida e dignidade ao requerente”.
Recomendação médica para novo procedimento
Relatórios médicos apresentados no início deste mês já haviam sinalizado para a necessidade da nova intervenção cirúrgica. O fisioterapeuta Kleber Antônio Caiado de Freitas, responsável pelo acompanhamento da recuperação de Bolsonaro, afirmou que as dores persistiam antes mesmo da alta hospitalar obtida em 27 de março.
Durante uma avaliação ortopédica realizada na véspera da alta, exames complementares confirmaram a recomendação cirúrgica. Desde então, o ex-presidente apresenta quadro clínico caracterizado por intensa dor, limitação nos movimentos — sendo capaz de elevar o braço apenas até 90 graus — perda de força e assimetria postural com inferiorização do ombro direito em comparação ao esquerdo.
Situação da prisão domiciliar
Desde 27 de março, o ex-presidente está sob prisão domiciliar após sua saída do hospital. Essa decisão imposta por Alexandre de Moraes inclui diversas restrições válidas por um período inicial de 90 dias, como a proibição do uso de dispositivos móveis e visitas.
A medida foi justificada como uma forma de “evitar o risco de sepse e controlar possíveis infecções”. Atualmente, estão residindo com ele sua esposa Michelle, sua filha Laura e sua enteada Letícia Firmino.
Em setembro de 2025, Jair Bolsonaro foi condenado pela Primeira Turma do STF a cumprir uma pena total de 27 anos e três meses por supostamente liderar um esquema golpista visando permanecer no poder após as eleições realizadas em 2022.
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No requerimento, os advogados enfatizam que a cirurgia não se trata apenas de uma questão de “conveniência pessoal”, mas sim uma “necessidade terapêutica concreta” embasada em avaliação técnica especializada. Eles afirmam que a continuidade dos problemas de saúde “afeta o direito fundamental à saúde e ao acesso ao tratamento adequado”.
O pedido também ressalta que “a realização do tratamento médico é essencial […], visando preservar não apenas a integridade física e funcionalidade do membro afetado, mas também garantir qualidade de vida e dignidade ao requerente”.
Recomendação médica para novo procedimento
Relatórios médicos apresentados no início deste mês já haviam sinalizado para a necessidade da nova intervenção cirúrgica. O fisioterapeuta Kleber Antônio Caiado de Freitas, responsável pelo acompanhamento da recuperação de Bolsonaro, afirmou que as dores persistiam antes mesmo da alta hospitalar obtida em 27 de março.
Durante uma avaliação ortopédica realizada na véspera da alta, exames complementares confirmaram a recomendação cirúrgica. Desde então, o ex-presidente apresenta quadro clínico caracterizado por intensa dor, limitação nos movimentos — sendo capaz de elevar o braço apenas até 90 graus — perda de força e assimetria postural com inferiorização do ombro direito em comparação ao esquerdo.
Situação da prisão domiciliar
Desde 27 de março, o ex-presidente está sob prisão domiciliar após sua saída do hospital. Essa decisão imposta por Alexandre de Moraes inclui diversas restrições válidas por um período inicial de 90 dias, como a proibição do uso de dispositivos móveis e visitas.
A medida foi justificada como uma forma de “evitar o risco de sepse e controlar possíveis infecções”. Atualmente, estão residindo com ele sua esposa Michelle, sua filha Laura e sua enteada Letícia Firmino.
Em setembro de 2025, Jair Bolsonaro foi condenado pela Primeira Turma do STF a cumprir uma pena total de 27 anos e três meses por supostamente liderar um esquema golpista visando permanecer no poder após as eleições realizadas em 2022.
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No requerimento, os advogados enfatizam que a cirurgia não se trata apenas de uma questão de “conveniência pessoal”, mas sim uma “necessidade terapêutica concreta” embasada em avaliação técnica especializada. Eles afirmam que a continuidade dos problemas de saúde “afeta o direito fundamental à saúde e ao acesso ao tratamento adequado”.
O pedido também ressalta que “a realização do tratamento médico é essencial […], visando preservar não apenas a integridade física e funcionalidade do membro afetado, mas também garantir qualidade de vida e dignidade ao requerente”.
Recomendação médica para novo procedimento
Relatórios médicos apresentados no início deste mês já haviam sinalizado para a necessidade da nova intervenção cirúrgica. O fisioterapeuta Kleber Antônio Caiado de Freitas, responsável pelo acompanhamento da recuperação de Bolsonaro, afirmou que as dores persistiam antes mesmo da alta hospitalar obtida em 27 de março.
Durante uma avaliação ortopédica realizada na véspera da alta, exames complementares confirmaram a recomendação cirúrgica. Desde então, o ex-presidente apresenta quadro clínico caracterizado por intensa dor, limitação nos movimentos — sendo capaz de elevar o braço apenas até 90 graus — perda de força e assimetria postural com inferiorização do ombro direito em comparação ao esquerdo.
Situação da prisão domiciliar
Desde 27 de março, o ex-presidente está sob prisão domiciliar após sua saída do hospital. Essa decisão imposta por Alexandre de Moraes inclui diversas restrições válidas por um período inicial de 90 dias, como a proibição do uso de dispositivos móveis e visitas.
A medida foi justificada como uma forma de “evitar o risco de sepse e controlar possíveis infecções”. Atualmente, estão residindo com ele sua esposa Michelle, sua filha Laura e sua enteada Letícia Firmino.
Em setembro de 2025, Jair Bolsonaro foi condenado pela Primeira Turma do STF a cumprir uma pena total de 27 anos e três meses por supostamente liderar um esquema golpista visando permanecer no poder após as eleições realizadas em 2022.

