Setor financeiro passa por devassa após dados sobre custos em torneios virem à tona; denúncias indicam gastos de até R$ 100 mil com acompanhante no Catar
Entidade que administra a Seleção Brasileira não tem donos, opera um monopólio reconhecido pela FIFA e movimenta centenas de milhões de reais; caso recente reacende debate sobre quem produz, quem controla e quem deveria se beneficiar da riqueza gerada pelo futebol
