Em busca de um método inovador para sua recuperação, Estêvão se depara com uma opção que foge ao tratamento médico tradicional. Informações obtidas pela ESPN revelam que, devido à urgência em retornar à Copa do Mundo, a equipe do atleta começou a considerar a possibilidade de um tratamento alternativo em Doha, no Catar, visando acelerar sua volta aos gramados.
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Essa decisão surge após Estêvão sofrer uma lesão muscular significativa na coxa direita, afetando aproximadamente 80% da área, embora não tenha havido ruptura total. Com a cirurgia — que foi cogitada inicialmente em conjunto com o Chelsea — descartada, o tratamento convencional prevê um período de recuperação de 12 a 16 semanas.
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Esse tempo de recuperação é considerado inadequado em relação ao cronograma da Seleção Brasileira. Assim, foram exploradas opções alternativas que poderiam reduzir esse prazo para cerca de quatro a cinco semanas caso apresentassem resultados positivos.
Embora ainda não exista um desfecho definido, a possibilidade de viajar para o Catar se tornou uma das principais alternativas para aumentar suas chances de participar do Mundial. Entretanto, essa estratégia gera divergências sobre o melhor local para realizar o tratamento.
Enquanto o clube inglês sugere que Estêvão permaneça em sua base em Londres, sob supervisão do departamento médico local, seu time prioriza buscar tratamento fora do país, seja em Doha ou no Brasil, próximo à sede da CBF.
Fontes próximas ao jogador indicam que as chances de recuperação dentro do prazo padrão são “muito pequenas”. Apesar dessa realidade, Estêvão continua buscando todas as alternativas possíveis para mudar essa situação.
A Federação Brasileira de Futebol (CBF) aguarda uma decisão sobre o método terapêutico que será adotado antes de avaliar a possibilidade de convocação. Dependendo da evolução clínica do jogador, ele pode só estar apto fisicamente em uma fase mais avançada da competição.

