Nos últimos dias, o escândalo de prostituição que envolve figuras proeminentes do futebol italiano ganhou novos capítulos. A promotoria de Milão, responsável pela investigação, revelou que pelo menos 70 jogadores, tanto os que estão ativos quanto os que já atuaram no futebol italiano nos últimos anos, foram mencionados nas apurações. Entre os citados, estão três brasileiros com histórico na Seleção, embora nem todos estejam sendo investigados, visto que a legislação italiana não classifica como crime ser cliente desse tipo de serviço.
Reportagens de veículos italianos como “Il Giornale”, “Tuttosport” e “Corriere Dello Sport” indicam a presença de nomes renomados como Alessandro Bastoni, defensor da Inter de Milão; Rafael Leão, do Milan; e Dusan Vlahovic, da Juventus nas investigações. Além deles, jogadores como Riccardo Calafiori, do Arsenal; Achraf Hakimi, do PSG; e Dean Huijsen, do Real Madrid também foram citados.
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Dentre os jogadores brasileiros mencionados estão Arthur Melo, atualmente no Grêmio e com passagens por clubes como Juventus, Fiorentina e Barcelona; Carlos Augusto, da Inter de Milão; além de Philippe Coutinho, que está sem clube após jogar por Inter de Milão, Bayern de Munique e Barcelona.
Ainda há um piloto de Fórmula 1 citado nos documentos da investigação, mas não foi confirmada sua atual situação na competição ou se ele já deixou a equipe.
Confira alguns dos nomes mencionados
- Arthur Melo
- Olivier Giroud
- Achraf Hakimi
- Dean Huijsen
- Milan Skriniar
- Andrea Ranocchia
- Matteo Ruggeri
- Soualiho Meité
- Olivier Giroud
- Achraf Hakimi
- Milan Škriniar
- Alessandro Bastoni
- Álvaro Morata
- Victor Osimhen
- Dean Huijsen
Carlos Augusto
Nuno Tavares
Rafael Leão
Dany Mota
Dejan Stankovic
Alessandro Bastoni
Dusan Vlahovic
Gianluca Scamacca
Riccardo Calafiori
Raoul Bellanova
Yann Bisseck
Andrea Pinamonti
Samuele Ricci
Philippe Coutinho
Aprofundando-se nas investigações
A Itália se vê envolvida em um grande escândalo sexual relacionado a um esquema complexo. O jornal “Gazzetta Dello Sport” reportou que aproximadamente 50 atletas que jogam em clubes do campeonato italiano, incluindo Inter de Milão e Milan, estão sob investigação por supostas conexões com um esquema envolvendo prostituição e uso de óxido nitroso – uma substância comum em festas conhecida como “gás do riso”.
A procuradoria milanesa identificou uma empresa como o foco das apurações. Ela é acusada de comercializar “pacotes” para festas que incluíam serviços sexuais e a venda de óxido nitroso, frequentemente usado como droga recreativa.
As investigações abrangem crimes como a organização de serviços sexuais – atividade ilegal na Itália – lavagem de dinheiro e o uso indevido do óxido nitroso. Embora esse gás não seja considerado ilícito por si só, seu uso recreativo é restrito a contextos médicos ou industriais.
Duas pessoas principais suspeitas pela organização dessas festas foram colocadas sob prisão domiciliar: Emanuele Buttini e Deborah Ronchi. As investigações sugerem que eles vendiam os “pacotes” para jogadores durante festas realizadas em Mykonos, na Grécia, além de eventos luxuosos em Milão.
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